“Pode muito bem servir a Jonas Vingegaard” diretor da Visma-Lease a Bike fala sobre o Tour de France 2026
A dúvida sobre se a Visma-Lease a Bike conseguirá retomar a hegemonia no Tour de France, após o domínio de Tadej Pogacar permanece, e o percurso anunciado certamente encheu de esperança o seu diretor esportivo, Grischa Niermann.
Logo após a apresentação de Christian Prudhomme no Palais des Congrès, ele destacou os pontos do percurso que podem favorecer a equipe, inclusive já no contrarrelógio por equipes de abertura e manifestou otimismo para um novo duelo entre Jonas Vingegaard e Tadej Pogacar.

Contra-relógio por equipes: vantagem logo de início
Com a prova começando por um contrarrelógio por equipes, as Bees terão a oportunidade de ganhar vantagem sobre adversários como a UAE Team Emirates já na 1ª etapa.
Para o diretor da Visma, esse formato inicial “pode muito bem servir a Jonas Vingegaard”, uma frase curta, mas que resume a esperança de colocar o líder em uma boa posição desde as primeiras etapas

“Há muitas montanhas, o que é bom”
Grischa Niermann avaliou o percurso com cautela e entusiasmo: “No geral, o percurso parece bom”, começou Grischa Niermann no site de sua equipe.
“Claro, teremos que analisá-lo com mais detalhes e nos aprofundar em cada etapa, mas há muitas montanhas, o que é bom”.
“As montanhas estão espalhadas pelo percurso, com uma semana final especialmente difícil. Parece que a 20ª etapa será a Etapa Rainha, com várias subidas longas, então esperemos que a luta pela camisa amarela ainda esteja acirrada até lá“, complementou Niermann.

“É sempre uma corrida difícil e pode ser bom para Jonas Vingegaard”
Além do volume de montanha, o roteiro traz passagens clássicas que alteram a dinâmica da corrida. Nas palavras do diretor esportivo:
“O Col de La Croix de Fer e o Col du Galibier são lindos, mas muito difíceis. Alpe d’Huez também é uma subida muito icônica, mas a 19ª etapa será a mais explosiva, com um grande confronto, porque não há grandes subidas antes”.
“O Tour de France é sempre uma corrida difícil, e no ano que vem será igual. Isso pode ser bom para Jonas, mas, novamente, precisamos analisar mais a fundo as etapas”, finalizou Grischa Niermann.
