Capitão do WorldTour não participa de pré-temporada e tem saída iminente para a INEOS Grenadiers
Rumores cada vez mais fortes apontam que Oscar Onley, uma das principais promessas do pelotão internacional, e capitão da Picnic PostNL no Tour de France 2025, pode estar de saída da equipe holandesa, já neste final de temporada.
Aos 23 anos, o britânico atrai o interesse direto da INEOS Grenadiers e, segundo o canal Velo, sua transferência para a equipe britânica seria “iminente”. O canal acrescenta que apenas “um imprevisto poderia impedir o negócio”, reforçando que o acordo está muito perto de se concretizar.

Ausência no Training Camp amplia suspeitas
Na quarta-feira, o jornalista britânico Daniel Benson informou que Onley não participou do Training Camp programado pela Picnic PostNL. Embora o ciclista ainda deva viajar para a Espanha, onde a equipe está em pré-temporada, Benson destaca que o jovem está “em negociações com a INEOS Grenadiers”.
A especulação é alimentada não apenas por sua ausência nos treinos, mas também pelo status de Onley no mercado. Depois de uma sólida temporada, o britânico tornou-se um dos nomes mais disputados do WorldTour.
Onley fechou o Tour de France no 4º lugar na classificação geral, apenas 1min 12seg atrás do 3º lugar, Florian Lipowitz. Além disso, acumulou outros sólidos resultados, 4º lugar no Tour Down Under, 4º lugar no Tour da Grã-Bretanha, 5º lugar no UAE Tour e 3º lugar no Tour de Suisse, com vitória de etapa.

“Ainda é um pouco incerto”, afirma Onley
Oscar Onley integra a Picnic PostNL desde 2023, quando foi promovido da equipe de desenvolvimento, e possui contrato até final de 2027. No entanto, sua continuidade está longe de ser garantida.
Em entrevista ao Cyclingnews, o britânico admitiu que seu futuro é incerto: “Por enquanto, ainda sou membro da equipe, sim. Veremos. Mas, sim, ainda é um pouco incerto.”
A situação se agrava diante dos problemas financeiros enfrentados pela Picnic PostNL. A Comissão de Licenças da UCI decidiu restringir a validade da licença WorldTour da equipe para apenas um ano, condicionando sua extensão para 2027 e 2028 ao cumprimento de rígidos critérios econômicos.
