Tour de Suisse: Prévia da 6ª etapa, sprinters têm última chance, mas montanhas iniciais podem quebrar pelotão
A 6º etapa do Tour de Suisse promete ser a última oportunidade para os sprinters brilharem nesta edição da prova.
Após a disputa acirrada nas montanhas da 5ª etapa, que viu Kévin Vauquelin assumir a liderança da classificação geral, o percurso de sexta-feira pode oferecer uma pausa às pernas dos candidatos à geral.

Ainda que o percurso de 186km, entre Chur e Neuhausen am Rheinfall, ofereça condições para um sprint em massa, o terreno está longe de ser completamente plano. São quase 2.400 metros de ganho de elevação, o que exige atenção redobrada, especialmente para os velocistas que ainda resistem na corrida.

Subidas difíceis, mas distantes da chegada
O início da etapa traz duas subidas significativas, ambas de 2ª categoria: Wildhaus (9 km a 6,8%) e Hemberg (6,5 km a 5,6%). Ambas são exigentes, mas apesar de oferecerem uma oportunidade à fuga, elas acontecem bem no início da jornada do dia.

Após a última subida, que também conta pontos para a classificação de montanha, ainda restam mais de 100 km até a chegada, o que pode permitir ao pelotão reequilibrar a corrida.

Final plano e chance para os sprinters
Nas horas finais, a etapa se desenvolve em terreno predominantemente plano e levemente ondulado, o que favorecerá a reorganização do pelotão e dará espaço para as equipes dos sprinters trabalharem em busca de uma chegada massiva.
Caso não haja uma fuga bem-sucedida ou surpresas táticas, a expectativa de um primeiro sprint em massa na prova permanece alta. Os últimos quilômetros também podem proporcionar mais emoção, já que o percurso sobe constantemente até a Flame Rouge.
