Tour de France 2025: Prévia da 11ª etapa, etapa explosiva em Toulouse marca início da segunda semana
Após o espetáculo da última segunda-feira e o merecido dia de descanso na terça, o Tour de France retoma suas atividades nesta quarta-feira com uma etapa que promete ação, especialmente para os “puncheurs” do pelotão.
Embora os atacantes já tenham tido diversas oportunidades na 1ª semana, a configuração do percurso desta 11ª etapa, volta a favorecer aqueles que gostam de atacar, com uma etapa com largada e chegada em Toulouse, com 156 km e 5 montanhas categorizadas.

Recomeço em Toulouse: primeira subida logo no início
A largada acontece em Toulouse, mesma cidade onde os ciclistas passaram o dia de descanso. A etapa segue em direção ao norte, e não demora para que o terreno comece a exigir esforço.

Primeira subida após 24km
Após apenas 24 km, os ciclistas encaram a primeira dificuldade do dia: a Côte de Castelnau-d’Estrétefonds, uma subida de 1,5 km com inclinação média de 6,2%. Pode ser o início das movimentações, caso nenhuma fuga tenha se formado até então.

Sequência de subidas curtas marca o trecho final
Depois da disputa intermediária pelos pontos, localizada a 100 km do percurso, a fase decisiva da etapa começa.
Uma sequência de subidas curtas marca o trecho final, começando com a Côte de Montsignard (1,6 km a 5,3%) e logo em seguida a Côte de Corronsac (900 metros a 6,7%).


Na sequência, três subidas não categorizadas continuam a desgastar os ciclistas, num constante sobe-e-desce que deve selecionar o grupo da frente.
Final nervoso com rampas íngremes e chegada técnica
A última parte da etapa é marcada por explosões de potência. A Côte de Vieille-Toulouse surge a pouco mais de 15 kms do fim, com seus 1,3 km a 6,8% de inclinação.

Última montanha com até 13% de inclinação
Após uma curta descida, os corredores encaram imediatamente a subida mais desafiadora do dia: a Montée Pech David, com 800 metros a impressionantes 12,4% de inclinação média e 13% máx.
O topo fica a apenas 10 quilômetros da linha de chegada, onde os quilômetros finais ainda apresentam diversas curvas, que podem auxiliar um possível ataque final
