Eddie Dunbar deixa a Jayco AlUla e se junta à Tom Pidcock na Q36.5, “os Grand Tours me favorecem porque sempre melhoro no final”; confira o anúncio oficial
Eddie Dunbar fará a transição da Jayco AlUla para a Q36.5 Pro Cycling Team neste inverno. O ciclista irlandês acredita que esta mudança será fundamental para alcançar seu “potencial máximo”.
Em declaração ao site da nova equipe, afirmou: “A Q36.5 é uma equipe em ascensão, o que é um bom sinal.” O contrato firmado é válido por dois anos, cobrindo as temporadas de 2026 e 2027.

Abandono no Tour de France 2025 no acidente com João Almeida
Dunbar já soma resultados expressivos nas grandes voltas: terminou em 7º lugar no Giro d’Italia de 2023 e em 11º na Vuelta a España de 2024, onde também conquistou duas vitórias de etapa.
O irlandês estava no mais recente Tour de France e após um sólido 4º lugar na 6ª etapa em Vire Normandie, se envolveu na grande queda que atingiu também João Almeida. Como resultado, foi abrigado a abandonar a competição, com uma lesão no pulso esquerdo.

Reconhecido pelo seu forte desempenho no contrarrelógio e por um estilo agressivo tanto em corridas de um dia quanto em provas por etapas mais curtas, ele se unirá a nomes de peso, como Tom Pidcock.
“Com Tom Pidcock, eles têm um líder claro, então parece um bom momento para me juntar a eles”
O irlandês destacou o espírito competitivo e coletivo da nova equipe:
“A Q36.5 Pro Cycling Team é claramente uma equipe em ascensão, o que é um bom sinal. Eles são muito competitivos nas corridas, encaram a prova mesmo sem vencer e criam uma boa atmosfera de corrida pedalando juntos.”
Além disso, Dunbar ressaltou a importância da liderança já consolidada no time:
“Com Tom Pidcock, eles têm um líder claro, o que é sempre bom para qualquer equipe. Então, parece um bom momento para me juntar a eles, com meu conhecimento e experiência.”

“Os Grand Tours me favorecem porque sempre melhoro no final”
O ciclista também refletiu sobre suas ambições para o futuro e sobre como se adapta bem às grandes voltas:
“Os Grand Tours me favorecem porque sempre melhoro no final. Absorvo bem a carga de trabalho de uma corrida de três semanas. Já tive vislumbres do que posso fazer, mas devido a acidentes e doenças, ainda não alcancei meu potencial máximo. Isso é algo para os próximos dois anos.”