Ciclocross deve se tornar esporte olímpico, COI avalia inclusão da modalidade e decisão sairá já no próximo mês

O Comitê Olímpico Internacional (COI) está prestes a decidir se o Ciclocross fará parte do programa dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2030, que serão realizados nos Alpes Franceses.

As negociações avançaram significativamente, e a expectativa é positiva para que a modalidade conquiste o tão aguardado status olímpico.

Decisão será tomada em novembro

Segundo Peter Van den Abeele, Diretor de Esportes da União Ciclística Internacional (UCI), o processo de análise caminha em ritmo promissor.

“As discussões com o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Organizador dos Jogos de 2030 estão indo muito bem”, afirmou.

Ele acrescentou ainda que “o COI tomará uma decisão final no início de novembro, e saberemos oficialmente até fevereiro de 2026, o mais tardar (antes ou durante os Jogos Olímpicos de Inverno em Milão e Cortina d’Ampezzo (6 de a 22 de fevereiro de 2026)”.

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Mathieu van der Poel é o atual 7x Campeão Mundial de Ciclocross

Um projeto conjunto para os Alpes Franceses

O plano em estudo prevê que o Ciclocross seja incluído como evento olímpico a partir dos Jogos de 2030.

A proposta é que a modalidade compartilhe o mesmo local de competição com o MTB XCO, integrando assim as atividades em um espaço comum nos Alpes Franceses. Essa estratégia visa otimizar a infraestrutura e reforçar a presença do ciclismo nas modalidades de inverno.

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Mathieu van der Poel (Alpecin-Deceuninck), Wout van Aert (Visma

Presidente da UCI e da World Athletics conduzem as negociações

A negociação para a inclusão do Ciclocross tem sido conduzida pelo presidente da UCI, David Lappartient, em parceria com Sebastian Coe, presidente da World Athletics.

Ambos trabalham há cerca de um ano na consolidação da proposta junto ao COI. Segundo informações internas, Kirsty Coventry, ex-nadadora do Zimbábue e primeira mulher eleita presidente do COI, em março deste ano, tem demonstrado grande entusiasmo e apoio ao projeto.

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