Critérium du Dauphiné 2026 revela percurso surpreendente, grandes montanhas desde a largada, confira todas as etapas e altimetrias

Foi oficialmente divulgado o percurso da próxima edição do Tour Auvergne-Rhône-Alpes 2026, nome atual do tradicional Critérium du Dauphiné, vencido por Tadej Pogacar em 2025 e que será disputado entre 7 e 14 de junho, nesta edição.

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A largada da 78ª edição acontece no domingo, 7 de junho, na cidade de Vizille, e reunirá alguns dos principais nomes do ciclismo mundial como Remco Evenepoel, Isaac del Toro, Wout van Aert, Cian Uijtdebroeks, para uma semana dura nas montanhas francesas.

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Pódio do Critérium du Dauphiné 2025, com Jonas Vingegaard, Tadej Pogacar e Florian Lipowitz

Equipes confirmadas e ausência de Tom Pidcock

Além das 18 equipes do WorldTour, que tem presença garantida, duas formações receberam convites automáticos: a suíça Tudor de Julian Alaphilippe e a francesa Cofidis de Milan Fretin.

Os organizadores também optaram por convidar a equipe francesa TotalEnergies e a equipe espanhola Caja Rural-Seguros RGA. Com isso a Pinarello Q36.5 de Tom Pidcock ficou fora da lista de participantes desta edição.

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Confira todas as etapas com montanhas desde o 1º dia

Diferente do que costuma ocorrer em provas por etapas, que muitas vezes começam com um prólogo ou uma etapa favorável aos sprinters, o Tour Auvergne-Rhône-Alpes já inicia com dificuldades significativas.

A etapa inaugural, com chegada em Saint-Ismier, inclui 5 subidas categorizadas. O maior obstáculo do dia será a Côte de Saint-Jean-le-Vieux (5,6 km a 8,7%), situada a apenas 17 km da linha de chegada, prometendo movimentar a disputa pela classificação geral logo no início.

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Segunda etapa mantém as montanhas no programa

A abertura já promete espetáculo para os candidatos à classificação geral, e a 2ª etapa também não deve decepcionar.

Apesar de apresentar menos subidas e menor desnível acumulado, os 30 km finais até Le Puy-en-Velay guardam duas ascensões exigentes: a Côte des Baraques (4,2 km a 6,6%) e a Côte de Saint-Vidal (2 km a 7,4%), ambas capazes de provocar seleções importantes no pelotão.

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Contrarrelógio na 3ª etapa

O 3º dia reserva uma etapa decisiva: um Contrarrelógio por Equipes em terreno montanhoso, com pouco mais de 28 km, em um percurso de ida e volta a Le Perreux.

Além de ser crucial para a classificação geral, este contrarrelógio funcionará como um importante teste final para o contrarrelógio por equipes no próximo Tour de France.

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Alívio temporário nas 4ª e 5ª etapas

A 4ª etapa é considerada mista: o início apresenta altimetria elevada, com 6 subidas ao longo do percurso, enquanto os 50 km finais são praticamente planos.

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Resta saber se os sprinters conseguirão resistir e disputar o sprint final. Caso contrário, a oportunidade mais clara para os sprinters deve surgir na 5ª etapa, predominantemente plana, com chegada em Villars-les-Dombes.

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Jornada pelos alpes inicia na 6ª etapa

Após essas duas “etapas de transição”, o pelotão ruma às montanhas. Os Alpes serão o palco de 3 etapas consecutivas de alta montanha.

A 6ª etapa é considerada a “mais fácil” do trio, embora ainda apresente desafios relevantes, como a Côte d’Héry-sur-Ugine (11,3 km a 5,1%) e a subida final até a estação de esqui de Crest-Voland (5,9 km a 7,7%).

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Grand Colombier na 7ª etapa

A 7ª e penúltima etapa termina no temido Col du Grand Colombier (8,4 km a 10,2%). A ascensão será feita a partir de Virieu-le-Petit, uma variante conhecida por sua dureza e inclinações extremas.

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A prova será decidida na extenuante 8ª etapa, que inclui uma sequência brutal de subidas: Col du Pré (6,9 km a 10,1%), Montée de Bisanne (11,4 km a 7,7%), Col des Aravis (7 km a 6,8%) e, por fim, a subida final até Brison (11,3 km a 9,1%), onde o vencedor do Tour Auvergne-Rhône-Alpes será consagrado.

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