Giro d’Italia 2026: Jhonatan Narváez descreve a vitória “você nunca verá Michael Phelps correndo”, assista o vídeo

Jhonatan Narváez (UAE Emirates) confirmou mais uma vez sua supremacia nas fugas do Giro d’Italia. Nesta quarta-feira, durante a 11ª etapa, o equatoriano conquistou sua 3ª vitória de etapa na edição de 2026 ao derrotar Enric Mas (Movistar) em um sprint com os dois sobreviventes da fuga do dia.

Embora o desfecho tenha dado a impressão de um triunfo controlado, o ciclista revelou que a jornada esteve longe de ser simples.

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“Dissemos que precisávamos estar na fuga

Após cruzar a linha de chegada, Narváez explicou que o plano da equipe era marcar presença na escapada, mas que as coisas não começaram como o esperado.

Foi um dia muito difícil”, afirmou o corredor da UAE Emirates XRG. “Na reunião, dissemos que precisávamos estar na fuga, mas perdemos o primeiro e o segundo grupo”, lamentou Narváez.

Depois de duas horas e de uma corrida já bastante desgastante, tentei alcançar o grupo da frente de uma só vez. Foi um momento complicado. Além disso, o Enric Mas foi o mais forte nas subidas depois disso. Eu sabia que tinha que jogar o meu jogo.

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Você nunca verá Michael Phelps correndo

O equatoriano destacou que superar Enric Mas exigiu estratégia e resistência, já que o espanhol demonstrou grande força nas escaladas.

Certamente não foi fácil”, disse Narváez sobre a batalha contra Mas. “Ele era mais forte do que eu nas subidas. Mas me lembrei de um livro que li”, continuou, com um sorriso.

O livro dizia: se o jogo não te agrada, crie o seu próprio. Você nunca verá Michael Phelps correndo; ele é especialista em piscina. Nas subidas, eu só tentei me defender”, complementou Narváez.

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“Ele quase me encurralou entre as barreiras

Depois de suportar o ritmo intenso nas montanhas, Narváez conseguiu levar a disputa para o sprint final, onde pôde utilizar sua explosão para garantir mais uma vitória. Ainda assim, o desfecho trouxe um instante de apreensão.

Fiquei com medo, porque ele quase me encurralou entre as barreiras (de proteção). E eu estava no meu limite. Foi aceleração máxima o dia todo. Não só nas subidas, mas também nas descidas, foi uma corrida contínua.

Assista a entrevista completa

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