Jonas Vingegaard analisa 2ª vitória na Paris-Nice e explica beijo enigmático no guidão durante a chegada, assista o vídeo
Jonas Vingegaard (Visma–Lease a Bike), voltou a demonstrar grande forma nesta quinta-feira ao conquistar sua segunda vitória consecutiva na Paris-Nice, agora após um longo ataque solitário, ampliando sua liderança sobre os demais rivais.
Após cruzar a linha de chegada, Vingegaard, vestindo a camisa de líder da Classificação de Montanha, concedeu uma breve entrevista na qual comentou a estratégia do dia, o trabalho de sua equipe e o enigmático beijo no guidão após a vitória.

“Era o plano desde a manhã“
Questionado sobre o momento do ataque, a cerca de 20 km, e se ficou surpreso por ninguém reagir, Jonas Vingegaard explicou que tudo fazia parte da estratégia traçada pela equipe desde o início do dia.
“Era o plano desde a manhã de atacar na 3ª última subida. Então, sim, hoje quase tudo saiu perfeito. Nós fomos extremamente bem como equipe”.
“Meus companheiros fizeram um trabalho incrível hoje, primeiro conseguindo uma fuga boa, acho que isso já cansou muito os outros, porque muitos queriam estar na fuga. Depois disso, fazendo o trabalho de preparação para mim, eles foram incríveis hoje.”

“Eu comecei a atacar assim há 2 anos“
A vitória foi particularmente expressiva para Vingegaard, especialmente pela diferença de tempo em relação aos rivais. Questionado se esse estilo ofensivo será uma marca da temporada, o dinamarquês respondeu com cautela.
“Bem, eu comecei assim há 2 anos e espero que sim. Estou feliz por vencer e toda vitória é especial. Estou extremamente feliz e orgulhoso por poder retribuir aos meus companheiros de equipe com essa vitória.”
Beijo no guidão na chegada
Um detalhe chamou atenção no momento em que o ciclista cruzou a linha de chegada: uma fotografia presa ao guidão de sua bicicleta, recebeu um beijo do ciclista. A imagem é de sua família, algo que Vingegaard carrega como forma de motivação durante as corridas.

“Sim, tenho uma foto no guidão da minha família. Eles significam tudo para mim e quando os tenho no guidão, sempre os levo comigo. Eles significam tudo para mim e eu não conseguiria fazer isso sem eles.”