“Paguei o preço por tentar acompanhar Paul Seixas” Tom Pidcock admite incapacidade com ataque do francês, assista o vídeo
Tom Pidcock (Pinarello Q36.5) terminou a Il Lombardia deste sábado, na 6ª colocação, repetindo o resultado conquistado na edição de 2025, quando Tadej Pogacar triunfou.
Após a prova, o britânico concedeu uma entrevista ao Eurosport, na qual analisou seu desempenho e reconheceu que foi incapaz de acompanhar o ritmo do francês Paul Seixas (Decathlon CMA CGM), vencedor da corrida.
“Paguei o preço por tentar acompanhar Paul Seixas”
Pidcock foi inicialmente questionado sobre o momento decisivo da prova, o ataque de Paul Seixas. Pidcock revela que não estava na melhor posição ao entrar na subida da Civiglio (penúltima subida) e precisou fazer um esforço extra para se aproximar dos primeiros colocados.
“Acho que eu estava em uma posição ruim entrando na penúltima subida”, inicia Pidcock.
“Fiz um esforço para chegar à frente e fiquei um pouco no limite tentando acompanhar a roda do Paul Seixas. Paguei por isso, mas me senti muito bem hoje. Naquela subida, simplesmente fui ao meu limite e depois acabou, sabe? Mas, sim, foi razoável”, complementou o britânico.
“Paul Seixas realmente não atacou”
O entrevistador destacou que Paul Seixas atacou a cerca de 2,5 km do topo da subida, sugerindo que a iniciativa poderia ter surpreendido Pidcock. O britânico, porém, explicou que o francês não de um ataque explosivo, pois conseguiu abrir vantagem mantendo um ritmo elevado.
“Ele realmente não atacou. Ele meio que fez seu próprio ritmo, um ritmo alto. Então…ele estava superforte”, declarou Tom Pidcock, reconhecendo a superioridade do campeão.
Para finalizar, Pidcock também mencionou que a falta de familiaridade com o traçado da Il Lombardia pode ter influenciado seu desempenho. Ainda assim, o britânico evitou usar esse fator como justificativa para o resultado.
“Foi bom. Acho que hoje também sofri por não conhecer bem o percurso. Quero dizer, foi a primeira vez que fiz dessa maneira, então definitivamente acho que isso não é uma vantagem. Mas, enfim, sem desculpas. Não fui forte o suficiente e, sim, é assim que as coisas são”, concluiu o britânico da Pinarello-Q36.5.