Tadej Pogacar concede divertida entrevista: da “Carbonara Pogacar” ao apelido italiano, assista o vídeo
Tadej Pogacar (UAE Emirates) abriu o jogo em uma entrevista descontraída ao programa G Deck, do jornal italiano La Gazzetta dello Sport.
O esloveno responde através de respostas curtas, sobre aspectos pouco conhecidos de sua vida, desde hobbies, rivais, objetivos e até sua receita de carbonara.
Entre risadas, espontaneidade e sinceridade, o principal astro do ciclismo mundial revelou um lado ainda mais humano.

“Eu não tenho um ídolo no esporte”
Logo no início, Pogacar revelou que não tem uma figura de referência no esporte: “Eu não tenho um ídolo no esporte.”
Questionado sobre em qual modalidade poderia vencer a todos caso não fosse ciclista, ele não hesitou em descartar a ideia: “Provavelmente… não, nenhum esporte em que eu consiga vencer todo mundo, além do ciclismo.”
Pogacar também comentou sobre seu uso de emojis, admitindo que é adepto de um dos mais populares: “Acho que o emoji de carinha rindo, como todo mundo.”

“A corrida mais difícil da carreira“
Quando questionado sobre a prova mais desafiadora, o esloveno se viu diante de inúmeras lembranças:
“Houve muitas, muitas corridas difíceis, todos os Campeonatos Mundiais ou… hum, uma corrida tipo Porec, GP Porec (Croácia) no frio congelante.”
Sobre sua vitória mais impactante, Pogacar não teve dúvidas: “Provavelmente o Tour de France e o Mundial“.

“Não escolheria Frodo Baggins como colega de equipe”
Entre as curiosidades abordadas, Tadej Pogacar revelou qual personagem da série “Senhor dos Anéis” escolheria como colega de equipe e Pogacar preferiu falar sobre quem não escolheria: “Ninguém dos Baggins, os caras pequenos, o Frodo Baggins”
Sobre o presente mais bizarro que já recebeu, ele imediatamente não recorda, entretanto relembrou um presente inusitado. “Talvez uma mortadela ou um prosciutto, um estranho prosciutto (presunto cru curado a seco)”, relembrou Pogacar sobre o presente recebido no Giro dell’Emilia 2024.

“Mathieu van der Poel é o maior ciclista da atualidade”
Mesmo sendo considerado o maior ciclista da atualidade, Pogacar foi modesto ao opinar sobre quem, para ele, é o melhor: “Eu diria Mathieu van der Poel”.
Quanto ao rival mais perigoso no pelotão, ele mencionou três nomes: “Acho que Jonas Vingegaard e Remco Evenepoel, esses dois caras, e Van der Poel.”

“Não é legal ser comparado a outra pessoa”
Pogacar foi curto ao falar sobre sua profissão, caso não tivesse seguido o ciclismo. “Nenhuma.” O esloveno também evitou comparações com lendas antigas do esporte, quando surgiram as imagens de Eddy Merckx, Marco Pantani e Miguel Indurain. “Não é legal ser comparado a outra pessoa.”
O apelido Tadej Focacciar: “já me chamaram de muitas coisas”
O ciclista foi perguntado porque foi chamado de Tadej “Focacciar”, apelido recebido durante o Giro d’Italia 2024.
Ele lembrou que já recebeu muitos apelidos. “já me chamaram de muitas coisas”, afirmou Pogacar, sem esconder um sorriso discreto, no momento em que surge uma imagem do esloveno pegando a iguaria italiana durante o Giro.

A carbonara à moda Pogacar “não, eu não uso creme“
Em um momento particularmente italiano, que o entrevistador afirma “a mais importante pergunta” questionaram sua técnica para preparar sua saudável carbonara.
Quando perguntado se usava creme, respondeu rapidamente: “Sim. Não, eu não uso creme.”
A reação do entrevistador veio cheia de alívio: “Ok. Você está seguro.”

Planos, monumentos e aposentadoria
Sobre o futuro, o esloveno foi perguntado se será visto vencedo a Milan–San Remo, a Paris- Roubaix ou ambos, Pogacar foi prudente: “Não sei. Veremos.”
A respeito de seus objetivos para 2026, ele foi claro: “Tentar ser melhor do que 2025 e 2024 e tentar ganhar algumas corridas importantes novamente.” E, para finalizar Tadej Pogacar resumiu com sinceridade sua aposentadoria; “Com muito menos trabalho.”