Tadej Pogacar quebra recordes em icônicas montanhas da Milan-San Remo, confira os números impressionantes

A edição de 2026 da Milan-San Remo superou todas as expectativas e elevou ainda mais o nível de uma das provas mais emblemáticas do WorldTour, registrando uma vitória histórica de Tadej Pogacar.

O esloveno precisou superar uma queda, poucos quilômetros antes da Cipressa, uma das subidas decisivas da prova e mesmo lidando com lesões, o campeão mundial apresentou desempenhos extraordinários, incluindo recordes, números de potência impressionantes e uma frequência cardíaca fora do comum.

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Novo recorde na Cipressa mesmo após queda

A preparação de Pogacar para a prova foi meticulosa, com foco especial na subida da Cipressa. O esloveno já havia registrado um recorde durante os treinos, superando inclusive sua marca de 2025.

Na corrida, porém, ele foi ainda além: completou a subida de 5,5 km a 4,2% de inclinação, em 8 minutos e 49 segundos, com 38 km/h de média e estabelecendo um novo recorde oficial no Strava. Mesmo após a queda, o esloveno conseguiu subir 9 segundos mais rápido que Tom Pidcock.

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Poggio com a ascensão mais rápida da história da prova

Apesar do desempenho impressionante na Cipressa, a decisão ficou para o Poggio. Embora não tenha havido um novo KOM, os 5 minutos e 31 segundos marcados na subida final representaram a ascensão mais rápida da história da prova.

Com uma velocidade média de 38,6 km/h, Pogacar e Tom Pidcock lançaram um ataque fulminante, deixando para trás Mathieu van der Poel. Os números de Pogacar ajudam a explicar sua superioridade.

Segundo informações da Velon, o esloveno atingiu 620 watts durante 1 minuto e 10 segundos em seu primeiro ataque, momento em que Van der Poel foi obrigado a ceder. A potência máxima chegou a incríveis 890 watts. Durante esse esforço ele manteve velocidade média superior a 40 km/h, mesmo enfrentando uma inclinação de quase 5%.

Sprint final leva Pogacar ao limite

Com Van der Poel fora da disputa pela vitória, Tom Pidcock seguiu na briga até o fim. A decisão aconteceu no tradicional sprint final na Via Roma, onde Pogacar mostrou leve superioridade.

Ainda assim, o triunfo exigiu esforço máximo. De acordo com dados do dispositivo Whoop, o esloveno atingiu uma frequência cardíaca de 197 bpm no momento decisivo, impressionantes 156 batimentos acima de sua frequência em repouso.

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Confira o Strava de Tadej Pogacar

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