Tom Pidcock descreve a batalha contra João Almeida e Jonas Vingegard no Alto de l’Angliru “é lutar o tempo todo, você não encontra o ritmo”, assista o vídeo

Tom Pidcock, 3º colocado na classificação geral da Vuelta a España, não conseguiu acompanhar o ritmo de João Almeida e Jonas Vingegaard no Alto de l’Angliru.

A longa e duríssima subida não favorece as características do britânico da Q36.5, mas ainda assim ele limitou as perdas, concluindo a 13ª etapa em 7º lugar, a 1min16s do vencedor, João Almeida.

girodociclismo.com.br tom pidcock relata esforco extremo no angliru e mantem terceiro lugar na vuelta image

É como lutar o caminho todo. Você não consegue entrar no ritmo”

Após a chegada, completamente esgotado, Pidcock descreveu sua batalha contra a montanha:
“Foi super difícil. Meio que tentando encontrar o ritmo. É implacável, no começo eu estava bem, mas sabia que não conseguiria manter aquele ritmo até o topo. Acho que todo mundo diminuiu o ritmo”.

Eu tentei manter meu próprio ritmo, mas aí você não consegue. É como lutar o caminho todo. Você não consegue entrar no ritmo”.

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Tom Pidcock completamente exausto após a etapa

Acho que fiz uma subida muito boa”

Apesar de não conseguir acompanhar João Almeida e Jonas Vingegaard, o britânico manteve a 3ª posição no GC e analisou o significado da etapa para o restante da competição.

“Acho que é um pouco anormal, mas sim, eu sei que isso nos diz algo que está por vir. Hindley é obviamente muito forte. Gal, sabemos que ele é forte nessas subidas mais longas. Então, sim, é claro que isso nos diz algo”.

Pidcock demonstrou satisfação com sua performance, mesmo com as perdas:
“Nada mal. Não perdi muito tempo, sim, gostaria de estar na frente, mas também tenho que ser realista. Acho que fiz uma subida muito boa.”

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Evolução no desempenho

Tom Pidcock revelou que tem realizou suas melhores performances durante esta Vuelta.
“Sim, definitivamente. Acho que fiz um bom esforço, considerando o quão longo foi. Quebrei vários recordes de potência nesta Vuelta. Então sim, com certeza de 20 minutos, meia hora e uma hora.”

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Ele também comentou sobre o ritmo elevado antes da subida decisiva:
“Sim. Sim, foi super rápido. O Dylan (Van Baarle, Visma-Lease a Bike), estava fazendo as pernas de todo mundo doerem, mas o vento a favor também. Então, sim, foi um dia difícil.”

Apesar do cansaço, Pidcock afirmou estar lidando bem com o desgaste acumulado da Vuelta:
“Hum, sim, estou me recuperando muito bem. Obviamente, a corrida está avançando e está cobrando seu preço agora”, finalizou Tom Pidcock.

Assista a entrevista completa

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