Vuelta a España 2026: Gregário de Tadej Pogacar explica polêmica sobre fratura “foi só uma brincadeira”, assista o vídeo
Uma imagem captada pelas câmeras de televisão durante a 7ª etapa da Vuelta a España chamou a atenção nesta sexta-feira.
Kevin Vermaerke, importante gregário de Tadej Pogacar na UAE Emirates, apareceu conversando com o diretor esportivo Joxean “Matxin” Fernández e dando a entender que estava sentindo dores por conta de uma costela quebrada.
A cena rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e levantou dúvidas sobre as condições físicas do ciclista americano para a sequência da competição.
“Tenho uma pequena fissura na parte de trás das costelas“
Momentos antes da largada da 8ª etapa, neste sábado, Kevin Vermaerke esclareceu o episódio durante entrevista ao Eurosport e afirmou que a situação não era tão preocupante quanto poderia parecer.
“Eu não sabia que havia uma moto de TV ali perto”, disse ele ao Eurosport. “Sofri uma queda há algumas semanas e tenho uma pequena fissura na parte de trás das costelas, mas não é nada que me afete na bicicleta.”
“Foi só uma brincadeira”
Segundo Vermaerke, a conversa com o gerente esportivo da UAE Emirates, Joxean “Matxin” Fernández, foi apenas uma brincadeira entre os dois que acabou sendo registrada por um microfone próximo.
“Foi só uma brincadeira minha e do Matxin com o carro, e por acaso tinha um microfone lá”, disse ele. “Mas está tudo bem. Acho que foi só um vídeo viral que circulou bastante ontem à noite”, complementou o ciclista da UAE Emirates.
“Eu gostaria que fosse um dia de descanso“
Em seguida, Kevin Vermaerke foi questionado se a 8ª etapa, entre Puçol e Xeraco, marcada pelo vento, por diversas rotatórias e por uma subida na parte final, poderia representar um momento de maior tranquilidade depois de uma primeira semana bastante exigente.
“Eu gostaria que fosse um dia de descanso. Mas, no fim das contas, ainda temos que percorrer 175 km, e nunca é um dia fácil aqui”, admite Vermaerke.
O ciclista também destacou que o vento, as inúmeras rotatórias e a subida próxima à chegada devem manter o pelotão sob pressão durante boa parte do percurso. “Com o vento, as rotatórias e a subida na final, não vai ser um dia fácil.”
“Acho que todo o pelotão sente o peso dos últimos dois dias nas pernas. Principalmente com o dia intenso que temos amanhã, um dia um pouco mais tranquilo seria bom”, encerrou o ciclista americano